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No aeroporto de Congonhas: Luiz Gustavo Ayres é detido ao invadir área restrita e volta a preocupar autoridades

Na manhã de 3 de março de 2026, uma operação da Polícia Federal resultou na prisão de Luiz Gustavo Ayres, de 52 anos, no Aeroporto de Congonhas, na capital paulista. Contra ele havia um mandado de prisão em aberto expedido pela Vara Única da Comarca de Caxambu.

A detenção ocorreu por volta das 5h, após agentes de segurança identificarem a presença do homem em uma área restrita do terminal, destinada à aviação executiva. Segundo relato de um inspetor que atua há mais de uma década no aeroporto, um vigilante percebeu o suspeito caminhando nas proximidades da cabeceira 35R, sem uniforme, credencial ou qualquer tipo de autorização visível.

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Ele foi encontrado próximo a aeronaves, em frente a um hangar. Ao ser questionado, afirmou que aguardava uma pessoa para realizar um serviço de manutenção em um avião e que estaria vinculado a uma empresa, cujo nome, porém, não soube informar com precisão. Inicialmente, declarou que teria recebido permissão de funcionários para entrar no local. Em seguida, mudou a versão, dizendo que acessou o espaço por uma área que estaria em obras.

Imagens analisadas pela equipe de segurança apontaram que duas cercas, localizadas em um trecho desativado com acesso externo, haviam sido cortadas, permitindo a entrada irregular no perímetro controlado do aeroporto. Para chegar até o ponto onde foi abordado, o suspeito percorreu uma distância significativa dentro do complexo, podendo inclusive ter passado por áreas próximas às pistas de pouso e decolagem ou utilizado vias internas de serviço.

Após a abordagem e identificação, foi confirmada a existência do mandado judicial expedido pela Justiça de Minas Gerais. Também vieram à tona registros anteriores envolvendo o detido, incluindo um episódio em Caxambu (MG), no qual teria tentado subtrair um helicóptero — ação que terminou com a aeronave tombada. Há ainda menção ao furto recente de uma motocicleta em São Lourenço (MG).

Diante da confirmação das pendências judiciais e das circunstâncias da invasão à área restrita do aeroporto, a prisão foi formalizada. O homem permanece à disposição do Poder Judiciário e deverá ser transferido para Minas Gerais, onde responderá pelos processos já existentes.

Informações repassados pela comunicação do 57º BPM 

Imagem: Reprodução / Redes sociais Fachetti Spotter

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